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:: Meu Award ::















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Sua Boca
Boca que me encanta (Ana Lúcia - 04/11/2007)
Escrito por Fascinius Angels às 15h12 [] [envie esta mensagem]
Sou Águia
Tenho coração de águia (D.A)
Escrito por Fascinius Angels às 13h56 [] [envie esta mensagem]
O Cavalinho de Cabresto e a Borboleta
Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso. Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou.Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
OBS: Qualquer semelhança com seres humanos que você conheça, pode não ser coincidência. Autora: Silvana Duboc
Escrito por Fascinius Angels às 15h06 [] [envie esta mensagem]
Soneto da Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(Vinícius de Morais)
Escrito por Fascinius Angels às 13h11 [] [envie esta mensagem]
Escrito por Fascinius Angels às 12h50 [] [envie esta mensagem]
POR DO SOL...
Lindo céu imenso Azul Negro Cheio de mistérios Este com o poder de nos brindar Com uma beleza única Sendo ele dono de tantas Hoje fui homenageado Com uma de suas belas pinturas Um quadro com tamanha perfeição Uma magia sem fim Posto eu a frente do Oceano Pude ver o encontro da água e o fogo No meu imaginário ouvi o chiado da água revolta E a chama da vida se fundirem E desta fusão surgiu um colorido Que fez dourada minha pele Meus olhos e meu coração Ele que me deu um novo entardecer Como tantos outros E em cada um aprendizado diferente Um toque só teu Uma renovação constante Ele faz de cada dia algo especial Uma nova visão Eu como aluno Reverencio este Universo Cheio de verdades Por este momento Porque só sei que ele Me faz um bem danado.
(By: Manoel Denys)
Escrito por Fascinius Angels às 15h16 [] [envie esta mensagem]
Grata pela visita, volte sempre e não esqueça jamais de que você é: A alegria de quem te ama, A tristeza de quem te odeia e a Ocupação de quem te inveja... Abençoado seja todos os dias de sua vida!!! Beijos no seu coração de anjo!!
Escrito por Fascinius Angels às 00h07 [] [envie esta mensagem]
TEMPESTADE INTERIOR
Raios cortam o céu, anunciando
Escrito por Fascinius Angels às 23h51 [] [envie esta mensagem]
PARTIDA
Qual pássaro preso numa bela gaiola Que sonha um dia a liberdade ganhar Você alçou vôo rumo ao eterno infinito Nos braços do Pai foi se abrigar Plantando em meu peito angustiante saudade
Sonhos desfeitos, promessas não cumpridas Dilacerada minha alma ficou Deixando os becos do meu coração vazio O beijo frio você aceitou Sem tempo para dizer ao menos adeus De onde veio um dia, você retornou
Por que teve que ser assim tão repentino? Prisioneira da desilusão e saudade fico a me perguntar Se você foi meu Sol, a Luz e a Vida Hoje sou Lua fria e perdida a vagar Contemplando as estrelas te encontro no vazio Estendendo a mão quero te alcançar
O vento que passa canta seu nome O mórbido sentimento vem me trazer Encontro você no perfume das flores Na brisa suave ao meu corpo envolver Hoje sei você é um anjo no céu Que joga suas asas para me proteger Mesmo em outra dimensão estará comigo Meus pensamentos serão sempre seus Está tatuado em tudo que faço e vive Nas ondas que arrebentam aos pés meus Na lágrima salgada que me desce na face Como dói sua partida, meu Deus!
(17/01/2008)
Escrito por Fascinius Angels às 16h53 [] [envie esta mensagem]
Súplica Olha pra mim, amor, olha pra mim; (Florbela Espanca)
Escrito por Fascinius Angels às 10h24 [] [envie esta mensagem]
SEM RUMO (Click) Também pensei um dia que a estrada fosse minha. Caminhei minha cota do caminho sem rumo, sem pressa. Pisei o barro, a trilha sombreada A estrada farta de espinhos. Deixei as marcas dos meus pés por esse mundo a fora. |